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| ACÁCIO DA SILVA RIBEIRO
Conhecidíssimo por "Chipanza". |
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| prof. ADOLFO DE OLIVEIRA GONZALEZ
Deu aulas teóricas e de laboratório na disciplina de electricidade no curso de formação. Não tenho idéia de que alguma vez tenha faltado a uma aula.Morava perto da escola.
Tradicionalmente, ficávamos á porta da entrada da Afonso de Albuquerque a olhar para a casa dele, na esperança de que " é hoje, é hoje ..." mas não, lá vinha sempre com a
sua pasta na mão.Aulas muito disciplinadas.Um óptimo professor, que debitava electricidade com uma facilidade enorme.Tudo o que estudávamos era com base nos apontamentos
tirados durante as aulas. Uma referencia no curso de montador electricista. ... |
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| prof. MOURA VICTÓRIA
Uma explêndida pessoa, cuja vida profissional foi consecutivamente prejudicada por questões descriminatórias da sua vida pessoal. Professor de línguas, Portuguesa e Francesa. Poeta com obra publicada de que mostramos alguns exemplos. Lembro-me perfeitamente de no último dia de aulas do 2º ano da secção, nós do 2º SP1 de 1972, lhe termos oferecido um estojo com uma placa de homenagem dos alunos da turma o que muito o emocionou. |
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| prof. ALCÂNTARA GUERREIRO ( Cónego )
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| prof. ALVITO RODRIGUES
Deu aulas de tecnologia de electricidade. Tinha por hábito andar com o casaco pelas costas. ... |
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| prof. AMADEU MAIA TEDIM
Professor das disciplinas de educação física e noções de higiene nos cursos de formação. Tivemos o prazer de contar com a sua presença no 1º Convívio realizado em 19.08.2006. |
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| prof. AMÉLIA MOUTEIRO GUERREIRO GUIMARÃES
Deu aulas de Física e Química na secção.Possuidora de excelentes conhecimentos, muito espontânea e comunicativa, com um certo ar de ciêntista envolvido nos seus pensamentos. Uma óptima senhora que infelizmente veio a falecer já em Portugal em condições trágicas. |
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| prof. ANIBAL DE JESUS RUIVO
Deu aulas de história de arte. |
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| prof. ANTÓNIO DE MATOS GARCIA
Dava a disciplina de Tecnologia de electricidade. Famoso pela sua maneira de ser, muito calma, serena, parecia que todos os movimentos eram préviamente ponderados.Daí que lhe calhou entre outras, a alcunha de " sorna ". Se passava uma motorizada na rua, interrompia desde logo o discurso e, só quando já se tinha perdido ao longe o último restício de barulho é que recomeçava a aula.
Tinha aqueles modos mais tradicionais. Quando ele nos interpelava na aula - " Sôr Fulano de Tal " e nós respondiamos - "diga" ele logo replicava -"Diga, não ! Faz favor de dizer ! " . E nada do célebre e corriqueiro - " Stôr posso ir lá fora " , o indicado era " Dá-me licença que me desloque aos mictórios ? " |
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| prof. ANTÓNIO FERREIRA JÚNIOR (Padre)
Deu aulas de religião e moral. |
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| mestre ANTÓNIO GABRIEL RIBEIRO
Deu aulas de oficinas de serralharia. |
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| mestre ANTÓNIO MATOS JR.
Deu aulas de oficinas de carpintaria na E.I. e no Instituto. |
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| mestre. AUGUSTO FERNANDES DOS SANTOS PORTELA
Mestre das oficinas de carpintaria....| foto 01 | |
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| prof. AVELINO PEREIRA PINTO
Deu aulas teóricas e de laboratório na disciplina de electricidade no curso de formação, no 3º ano.Uma excelente pessoa.Era ele que nos introduzia um pouco mais no que
era a prática da electricidade.Pude ter a felecidade de mais tarde vir a trabalhar em conjunto com ele e, pude constatar a sua elevada craveira técnica, bem como a forma
como fácilmente transmitia os seus conhecimentos. ... |
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| prof. CARLOS GUILHERME
Deu Desenho de Máquinas no ano lectivo de 1967/68. É hoje um conhecido tenor. Tendo iniciado a sua carreira ainda em Moçambique, deu-lhe continuidade em Portugal,onde obteve reconhecimento internacional. Como intérprete de canções de música ligeira, acabou por actuar acompanhado ao piano por um dos nossos colegas o Renato Quaresma.
| foto 01 | | biografia | | O prof. com o Quaresma | |
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| prof. CARLOS MANUEL BRAGA LOURO
Deu Física e Química na secção preparatória.Talvez o mais jovem professor a leccionar na escola NAQUELA ÉPOCA (1970), entrou com um estilo meio ríspido, que nos levou a ter algum receio.
Fazia coisas a que não estavamos habituados, como chegar á aula e dizer - "hoje há teste ...". Fez-nos testes em que nos problemas, os dados não tinham valores, o que após conclusão originava uma solução que resultava num conjunto de fórmulas bem esquisito e não esquecer, com a respectiva unidade. Contudo, com o passar do tempo, manifestou ser aquilo que normalmente se designa por " um gajo porreiro ". Em duas viagens em que participei com alunos da secção, ao Xai-xai e á então Rodésia, foi ele o professor escolhido para nos acompanhar. ...
| No Xai-Xai - foto 01 | | No Xai-Xai - foto 02 | | Na Rodésia - foto03 | | No baile finalista 70/71 | |
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| mestre DOMINGOS FERREIRA PIRES
Foi mestre de oficinas de mecânica |
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| mestre DOMINGOS DAS NEVES CARRASQUINHO
Dava oficinas de electricidade e tinha um gostinho especial por cravar a unha na orelha do pessoal que era apanhado a fazer alguma asneirada. |
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| prof. EMÍLIA DO AMPARO MADUREIRA
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| prof. ERNESTO TÚLIO DA SILVA CAMPOS
Leccionou a disciplina de história na secção preparatória. Aberto a outras interpretações da história (se as houvesse) que não as do livro adoptado. |
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| prof. ESMERALDA MARIA MANSO PERESTELO
Professora do curso de química. |
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| prof. FAUSTINA GIL MORAIS SARDINHA
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| mestre FAUSTINO DOS SANTOS
Mestre das oficinas de electricidade. Baixa estatura, bigodinho á David Nivien, tinha a alcunha de " Faites ". Tantas são as histórias divertidas que se passaram durante os vários anos, e em que ele foi parte preponderante, que certamente as incluiremos neste arquivo
Quando se irritava, o pessoal já sabia, tudo escondido atrás das bancadas pois o que estivesse á mão voava. Não posso deixar de contar uma das muitas a que assisti. A oficina ao fim do dia tinha de ficar limpa e arrumada, o que não foi o caso. Conhecendo as reacções do mestre, alguém deixou a bigorna no chão, junto á porta de entrada e com um caixote de papelão a tapar. No dia seguinte vamos nós a entrar ás 7 da manhã, o mestre Faustino abre a porta, vê o caixote, avança ao som de " seus camelos ... seus camelos " e pimba pontapé no caixote, ou seja na "bigorna ". Logo alguém se prestou a retirar aquilo dali mas, ele não deixou. Nós, todos caladinhos e quietos que o dia não estava "para modas". Entretanto, chegou um colega atrasado, o que normalmente
criava complicação mas, nada disso o mestre Faustino lá da porta do gabinete disse-lhe " Entra entra e já agora aproveita e dá um pontapé aí nesse caixote, para o lado." Aliviado com a situação, o nosso colega cumpre a determinação e, lá sai pontapé na bigorna "
Por favor, quem foi aluno dele faça o esforço de se lembrar da cara de satizfação que ele fazia nestas alturas, ao mesmo tempo que dizia para os mais próximos - " Tamos quites, tamos quites ". |
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| mestre FERNANDO ALBUQUERQUE RODRIGUES
Mestre das oficinas. |
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| professor EURICO ALMEIDA
Deu aulas de matemática já após 1974. |
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| mestre FERNANDO DOS SANTOS IRIA
Deu oficinas de serralharia. |
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| prof. FERNANDO FERREIRA NÚNCIO
Deu aulas de física e química.
| Ver album | |
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| prof. FRANCISCO CRISTOVÃO RICARDO
Deu aulas de língua portuguesa e de francês. Chegou a ser sub-director da escola.
Pessoa muito correcta e formal, ficou conhecido com a alcunha de "Banalidades". |
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| prof. GABRIEL DE MORAIS CATARINO (padre)
Deu aulas de religião e moral. |
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| prof. INFÂNCIA DA CONCEIÇÃO VILARES
Deu aulas de língua portuguesa. |
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| mestre JOÃO CARIMO MARTINS CARAVELA
Deu oficinas de electricidade. |
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| prof. JOÃO J. BRITO PINHO DA CRUZ
Conforme pudemos apurar com o testemunho do seu filho João Ricardo, o arquitecto Pinho da Cruz,já falecido em 1984, foi professor estimado pelos seus alunos e também ele, sempre saudoso dos afectos
lá deixados. A sua alcunha era "Chavinhas" e deu aulas de desenho e de Matemática. ...| foto 01 | |
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| JOAQUIM ANTÓNIO MABUIANGE (padre)
Deu religião e moral. |
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| mestre JOSÉ ANTÓNIO OLIVEIRA BIMBA
Deu oficinas de serralharia. |
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| mestre JOSÉ MANUEL MACHADO MALHEIRO
Deu oficinas de electricidade. |
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| mestre JOSÉ MENDES
Mestre de oficinas de serralharia. |
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| prof. JOSÉ VICTOR TORRES MENDES
Deu aulas de educação física. |
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| prof. JULIETA CABRITA ESTRELA
Leccionou a disciplina de inglês na secção preparatória. |
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| prof. LEOPOLDINA CÂNDIDA LAGE FERNANDES BARROSO
Deu aulas de educação física. |
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| prof. LUCINDA DOS SANTOS SILVA
Deu aulas de matemática no 2º ano da secção.Um dos mitos da matemática.A sua presença impunha contenção e um certo aprumo dos alunos.Temida pelo seu elevado grau de exigência mas,respeitada pela sua elevada competência.
| À direita do grupo | | Recentemente com alguns ex-alunos | |
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| prof. LUÍS FILIPE PITEIRA SEGURADO
Deu aulas de |
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| mestre MANUEL MARQUES GOMES
Deu oficinas de serralharia. |
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| prof. MARCOS GUEDES
Foi director da escola |
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| prof. MARIA DEOLINDA RODRIGUES BRANCO DE OLIVEIRA GONZALEZ
Laccionou a disciplina de física e química. Muito rigôr e disciplina. |
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| mestre MARIA EDUARDA DOS SANTOS LIMA
Foi mestre nos cursos de formação feminina. |
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| prof. MARIA FERNANDA REVEZ SARAIVA VIEIRA LOBO DE SOUSA
Foi professora de matemática. |
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| prof. MARIA GAMA DA CRUZ
Deu Ciências da Natureza na secção preparatória. Tinha uma voz bastante aguda e característica que se ouvia bem nos corredores.Tinha a alcunha de " Talófita ". |
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| mestre MARIA HELENA GONÇALVES DA SILVA
Foi mestre nos cursos de formação feminina. |
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| prof. MARIA NATÁLIA TAVARES
Deu aulas de culinária nos cursos de formação feminina. |
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| prof. MÁRIO ENCARNAÇÃO
Deu aulas de Mecânica Geral, Matemática e Tecnologia Mecânica nos anos lectivos de 1968/69 e 1969/70. Registámos com prazer a sua mensagem ao site |
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| prof. MIGUEL OSÓRIO DE VALDOLEIROS
Um dos mais famosos professores da indústria, devido á sua maneira de actuar nas aulas.Deu a disciplina de Mecânica Geral. Pessoa de pequena estatura, tinha a alcunha de " mini-cooper ".A disciplina dada por ele era dramática.Raros os alunos que conseguiam ter uns simples 10 valores.Um professor bastante contestado pelos seus métodos. Quando fazia " chamadas " durante as aulas, encenava um concurso. Levantava a caderneta ao alto para escolher ao acaso um aluno e dizia " Ora então vamos ver quem vai ser o feliz contemplado com um " disco " de 33 polegadas e ... pimba lá saía o desgraçado. Nos testes, ao entregar os enunciados, ao som de um
sinistro " Tantaranran .. tantararanran ... tapem o buraco da fechadura, fechem as janelas, porque a morte espreita pela janela ... e realmente os resultados eram assustadores.
| | Com os finalistas de mecânica, Zambi 1964 | |
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| prof. NOÉMIA BARROSO
Professora de matemática. Figura muito magra, fumadora e tinha um "vício" ao falar. Em cada frase introduzia meia dúzia de "não é ?". Vai daí ficou conhecida com a alcunha de " Nóe ". |
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| prof. NOÉMIA DA CONCEIÇÃO MOUSACO
Leccionou a disciplina de Geografia na secção preparatória. |
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| prof. NUNO MARINHO PALHARES FALCÃO
Foi director da escola antes do prof. Marcos Guedes e tabém ligado à mocidade portuguesa. |
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| prof. VERGÍLIO FORNASINI LIMA
Conhecido por " engenheiro Limá " por ter estado no Congo Belga e ser casado com uma senhora de origem francesa. Tinha a alcunha de " escafandro " . Era o professor de todas as disciplinas. se faltasse alguém para dar uma disciplina, ele dava. Deu aulas teóricas de electricidade, de tecnologia, desenho esquemático, francês, etc... Se introduzissem no curso a disciplina de língua chinesa, ele dava. |
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| prof. PINTO MARTINS
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| prof. PORTUGAL
Foi director da Indústria até ao ano lectivo de 1968/69, tendo passado para director do Instituto Industrial. |
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| mestre RIBEIRO
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| prof. ROQUE DA SILVEIRA
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| prof. RUI DA SILVA BAPTISTA
Deu aulas de ginástica (educação física). Transportava-se num daqueles carritos com tejadilho em lona "Mini Ima" branco. |
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| prof.SALGUEIRO
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| prof.SILVA PINTO
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| prof. VALTER BELLOSTI
Foi mestre de oficinas de mecânica. |
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